não consigo me sentir em casa em outro país

O que fazer quando não consigo me sentir em casa

A mudança de país reduz a nossa casa a duas malas. Tudo foi desmontado, desfeito, doado, vendido. As histórias e memórias contidas dentro da casa, dos objetos, dos pertences que marcaram vivências emocionais foram embora, não estão mais presentes. Desapegar de tudo isto tem um preço emocional porque você também vai perdendo referências significativas. Você fica apenas com o registro interno da casa e não mais o registro visível e concreto. Este desmonte traz uma sensação de não estar mais no lugar, aliás, de não estar em lugar nenhum porque emocionalmente você não está mais cá nem lá, pois você também ainda não está no outro lugar ainda. A transição cultural inicia muito antes de você sair do país. O teu mundo interno vai se desligando gradativamente. Começa um sentimento de nostalgia junto com a expectativa da viagem. Uma nostalgia inexplicável que vai e volta misturada com sentimentos de incertezas e medos. O que levar em duas malas? Escolha alguns objetos de valor sentimental, que fazem parte da sua história de vida, que trazem referências. Pode ser capa de almofada que gosta, um quadro especial, um enfeite, um objeto que ganhou de presente, qualquer coisa que referencie a nova casa como lugar de acolhimento. As crianças podem escolher alguns jogos ou brinquedos, os bichinhos de estimação.  Se não for possível levar nada disto, ao chegar no novo lugar, busque construir o novo espaço com coisas que gosta e trazem o teu jeito. O quanto antes você impregnar a nova casa com o teu jeito de enfeitar, de arrumar, mais rápido você vai se sentir em casa, se sentir acolhido e abraçado pelo novo espaço. Esta sensação de acolhimento vai auxiliar a desenvolver o sentimento de pertencer ao novo lugar. Aprender os costumes, construir relacionamentos, frequentar alguns grupos, ou lugares vai trazer um assentamento das emoções, uma acomodação e o sentimento de pertencer vai tomando espaço. O tempo para você se sentir pertencente à nova cultura vai depender de como você enfrenta as situações desconhecidas, quanto tempo leva para você para processar as emoções dos lutos da fase da saída, daquilo que ficou para trás, despedidas da família e amigos. O primeiro ano no novo país é recheado de interrogações por não  compreender direito os mandamentos da cultura, por não saber a língua adequadamente para se comunicar com tranquilidade que traz uma sensação de inadequação. O processo de Mentoring de Transição Cultural está preparado para acompanhar todas as fases da transição, antes da saída, a saída, a chegada e as adaptações na nova cultura. Andar junto com quem já passou por estes momentos e vivenciou as fases emocionais de cada etapa compreende o que você está passando e sentindo e pode te auxiliar do modo mais assertivo a passar por cada fase mais tranquilamente.   Mas à medida que o tempo passa estes sentimentos vão se assentando, a vida vai caminhando com mais  naturalidade e você começa a se sentir mais “em casa”. 

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Como integrar com cultura local

Como integrar na nova cultura

Cheguei no novo país, e agora? Tudo diferente, pesquisei muito antes de vir, mas constato que tem coisas que não estavam nas pesquisas que fiz! Os processos burocráticos são imensos, me dão informações contraditórias e não consigo identificar qual delas é o caminho correto. Um documento depende do outro, mas eles demoram para entregar e aí não consigo dar continuidade. O tempo passa e tudo é muito lento. Ok! Como diz o ditado: “muita calma nesta hora” e eu costumo dizer “muita hora nesta calma”. Precisamos de muitas horas de calma para não ter um xilique. É vero!  Construir a leitura da cultura de modo que você consiga perceber as suas nuances subjetivas é um exercício que mobiliza as emoções que muitas vezes você não consegue nomear os sentimentos de forma clara. Este exercício transita entre conflitos internos para encontrar o equilíbrio, a homeostase fisiológica e psíquica, entre a vivência da cultura internalizada com as diferenças apresentadas pela nova cultura.  Bem … como você já está percebendo, a integração na nova cultura é um processo gradativo, não muito rápido, que depende de vários fatores importantes para caminhar mais tranquilo. Vou te apresentar a seguir alguns destes fatores, não necessariamente em ordem de prioridades, mas sim como tópicos importantes.   Você precisa se preparar para ter um bom jogo de cintura para “rebolar” melhor diante das diferenças, das dificuldades, dos enfrentamentos inesperados. Ter esta maleabilidade vai ser de grande valia. Se você “enrijece” vai sofrer mais para se “dobrar”. Precisa entender também que cada dia é um dia e você vai fazer esta caminhada passo a passo, não dá para atropelar.  Você vai viver uma montanha russa de emoções. Elas vão acontecer e se você negá-las vai ser mais difícil para lidar com o dia a dia. É bem importante você entender que elas fazem parte do processo de integração na nova cultura. Ter consciência deste aspecto vai auxiliar você a caminhar melhor nas adaptações.  Outro fator importante para a integração é você observar o comportamento das pessoas, seus costumes cotidianos, seus valores, como eles se relacionam, se se visitam não, seus cardápios, experimentar as comidas diferentes do lugar. Quanto mais você mergulhar nestas observações mais você vai compreendendo os andamentos e se acostumando com eles. Vão ficando gradativamente aceitáveis e tranquilos porque você vai aprendendo os caminhos da cultura. A compreensão da cultura se dá através da linguagem, dos comportamentos, das atitudes, valores. Quanto antes você fizer estas leituras, mais fácil será a sua integração.  Se você vai para um país de língua que ainda é desconhecida para você, a primeira coisa que deve faz e procurar um curso para aprender a língua. O ideal seria que você estivesse estudando antes de se mudar. Assim já viria com um vocabulário básico para se comunicar com as pessoas. Mas se não for este o caso, é fundamental uma imersão num curso de línguas. A comunicação é um fator importante no processo de integração na nova cultura.  Como você pode perceber, a transição cultural é um processo gradativo que depende de fatores pessoais, da forma como você lida com os enfrentamentos, da tua persistência para descobrir como se faz, como acontecem as coisas. Enfim, depende da sua maleabilidade para mudar o que é necessário, se ajustar ao novo, olhar com esperança de que um dia as emoções vão se assentar e você estará adaptado.  Sendo assim, a integração na nova cultura vai acontecer quando você compreender os fenômenos subjetivos, as histórias que orientam e ditam os comportamentos, como acontecem os relacionamentos, entender as crenças existentes que apontam valores, rituais e objetos com a simbologia que a cultura utiliza, identificar os“óculos” pelos quais o povo vê  a vida, entre outros. Podemos dizer que você pode se considerar integrado à nova cultura quando a desordem  interna, tanto emocional, quanto fisiológica e psíquica que aconteceu na sua chegada e primeiros anos de moradia desapareceu. Seu corpo como um todo encontrou o equilíbrio, a homeostase necessária para a sobrevivência no local. E quando falo sobre sobrevivência, me refiro a algo amplo que envolve a inserção na língua, no trabalho, em grupos e relacionamentos, na sua vivência social como um agente atuante naquela sociedade.

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mulher sozinha silhueta céu sol relacionamento com Deus reflexão - Lea Marcondes

Só, mas acompanhada!

O desafio da mulher solteira, sozinha, viúva ou divorciada é sempre diverso, cheio de nuances do olhar da cultura e também do seu próprio olhar acerca de ser ou estar sozinha. Quando me refiro a ser ou estar sozinha está especificamente relacionado a não estar num relacionamento conjugal compartilhando a vida com um marido, como é o desejo de muitas. A sociedade pressiona aquelas que são ou estão sozinhas. Estar em grupos com famílias, casais, crianças nem sempre é confortável para algumas mulheres. Há sempre um olhar interrogativo, um olhar que gera desconforto e sentimento de inadequação.  Acompanhando muitas mulheres com este status civil pude perceber quão angustiante é para muitas sentirem-se sozinhas, o quanto se sentem inadequadas ou com uma falta. Não é incomum, buscarem casamento e depois se defrontam com frustrações por não ser aquilo tudo que imaginavam ser um casamento. Como profissional da área do cuidado tenho me defrontado com o compartilhar destas mulheres, tanto daquelas que lidam com o contexto da igreja brasileira, quanto daquelas que estão em campo transcultural. As dificuldades maiores para estas estão relacionadas a lidarem com a solidão, com não ter alguém para compartilhar seus sentimentos, medos, dores e anseios. A distância que vai se estabelecendo com os relacionamentos brasileiros e a igreja de envio devido a diferença do fuso horário colabora para o sentir-se sozinha.  O choque cultural, diferenças nos comportamentos e formas de lidar com a emoção da nova cultura também interferem grandemente no sentimento de solidão. Importante para todas é construir um espaço de partilha, de confiança e segurança através de mentoria, acompanhamento psicológico ou um simples andar junto com alguém que tem experiência transcultural. Que nestes encontros possamos ser transparentes, “pensar em voz alta” sem críticas ou julgamentos. Que possamos construir um caminho de parceria, de suporte e juntas buscarmos as promessas de Deus que nos trazem esperança, firmam nossos pés e nos dão a segurança de que não estamos sós. Para mim, viúva há muitos anos, a construção da segurança, do estar bem comigo mesma, ficar tranquila sozinha em casa foi um processo que Deus foi me ensinando a me apropriar das Suas promessas, não apenas no conceito, mas na vivência deles. Os primeiros textos que recebi de muitas pessoas logo após o falecimento do meu marido faziam referência de Deus como marido das viúvas, escrito em Isaías 54:4-5 \”Não tenha medo; você não sofrerá vergonha. Não tema o constrangimento; você não será humilhada. Você esquecerá a vergonha de sua juventude e não se lembrará mais da humilhação de sua viuvez” e Oséias 2:19-20 “Eu me casarei com você para sempre, e lhe mostrarei retidão e justiça, amor e compaixão. Serei fiel a você e a tornarei minha, e você conhecerá a mim, o Senhor”. Me apropriar destes textos com a devida contextualização trouxe para mim uma mudança interna, emocional que foi fundamental na minha caminhada de estar só.  Creio que este princípio do Deus protetor e cuidador das viúvas também se aplica às solteiras e divorciadas. Outros textos que me trouxeram segurança e sempre os retomo estão em Salmos 32:8 “O Senhor diz: Eu o guiarei pelo melhor caminho para sua vida, lhe darei conselhos e cuidarei de você” e 37:5 “Entregue seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele o ajudará”. E para os medos e incertezas em relação a velhice Ele me diz em Isaías 46:4 “Serei o seu Deus por toda a sua vida, até que seus cabelos fiquem brancos. Eu os criei e cuidarei de vocês, eu os carregarei e os salvarei”.   Creio que nós, as sozinhas, precisamos nos posicionar emocionalmente na certeza de Suas promessas especificamente para nós. Minha sugestão é de que você procure as promessas que fazem sentido para o teu contexto e momento de vida e se aproprie delas integralmente. Este é o paradoxo do evangelho: estar “sozinha”, mas acompanhada por um Deus que afirma que nunca vai nos abandonar e que está comigo sempre. Deus tem um cuidado individual conosco e precisamos reconhecer e “tomar posse” do que Ele nos diz. E a Palavra se torna vida em nossos corações!

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metodos de resolução de conflitos negociação e gestão de conflitos - Lea Marcondes

Métodos de resolução de conflitos

Se você está em busca de métodos de resolução de conflitos ou precisa atuar ativamente na gestão de conflitos, seja em sua organização ou sua família, este artigo te ajudará a compreender melhor as várias formas de resolver conflitos. A avaliação dos estilos de administração de conflitos criada por Thomas e Kilmann propõe formas de lidar com as situações conflituosas. Segundo eles o comportamento de uma pessoa pode ser enquadrado em duas dimensões básicas: Cooperatividade – se refere a extensão com que a pessoa procura satisfazer os interesses dos outros. Assertividade – se refere a extensão com que cada indivíduo procura satisfazer os seus próprios interesses. Estes aspectos bidimensionais definem os métodos de administrar os conflitos. Um aborda o nível de assertividade, enquanto o outro analisa o nível de cooperatividade. Pessoas assertivas e não cooperativas são concorrentes, enquanto pessoas assertivas e cooperativas tendem mais a colaborar. O meio termo é a conciliação, o compromisso entre ambos, onde as pessoas equilibram assertividade e cooperação. Thomas e Kilmann propõe 5 formas de lidar com os conflitos nestas duas dimensões. São elas: Competição A competição é uma atitude assertiva e não cooperativa, onde prevalece o poder. Ao competir o indivíduo procura atingir os seus próprios interesses, em detrimento dos interesses dos outros. Há ocasiões em que a competição é justificável e pode alcançar resultados positivos. Eis alguns exemplos: Colaboração A colaboração é uma atitude tanto assertiva quanto cooperativa. Ao colaborar o indivíduo procura trabalhar com a outra pessoa, tendo em vista encontrar uma solução que satisfaça plenamente os interesses das duas partes. Significa aprofundar o assunto para identificar as necessidades e interesses dos dois lados e encontrar uma solução satisfatória para todos os envolvidos. Ao colaborar, o indivíduo procura aprender com os desacordos, olhando o ponto de vista do outro, bem como resolver situações que de outra forma poderia desencadear para competição por recursos, ou ainda tentar encontrar soluções criativas para problemas de relacionamento interpessoal. Alguns exemplos do uso apropriado do estilo colaboração: Evitação A evitação é um estilo de comportamento não cooperativo onde a pessoa busca evitar o conflito em suas relações interpessoais, ou seja, não há satisfação de interesses em nenhum dos lados. Ao retirar-se não se empenha nas suas necessidades e muito menos coopera com os outros. Coloca-se diplomaticamente à margem do conflito, ao adiar o assunto para um momento mais adequado, ou ao recuar perante a uma situação de ameaça (física, emocional ou intelectual). Eis algumas ocasiões em que o estilo afastamento pode ser adotado: Concessão A concessão é uma atitude cooperativa e auto sacrificante, o oposto de competir. Ao acomodar a pessoa cede aos seus próprios interesses para satisfazer os interesses da outra parte. A concessão é identificada por um comportamento generoso, altruísta, dócil à vontade de outra pessoa ou, então, renunciando ao seu ponto de vista. Contudo, quando aplicada no momento adequado, pode trazer bons resultados. Eis alguns exemplos: Conciliação Entre estes dois níveis, a cooperação e a assertividade, encontra-se a conciliação, o acordo onde prevalece o compromisso de ambas as partes. O indivíduo procura soluções mutuamente aceitáveis, que satisfaçam parcialmente os dois lados. Ele abdica de algo, desde que em contrapartida receba algo em troca. O acordo significa trocar concessões, ou então procurar por uma rápida solução de meio termo. É uma espécie de “toma-lá-dá-cá”. Eis alguns casos em que estilo acordo pode trazer bons resultados: Vale ressaltar que nas diversas situações interpessoais não há um estilo que é melhor para a solução do conflito. É necessário avaliar a situação para se definir a melhor solução. Há momentos em que a assertividade pode ser muito útil para realizar um trabalho, enquanto em outros casos a prevenção pode ser mais apropriada para um conflito. Pessoas com uma combinação uniforme dessas características podem conseguir equilibrar de maneira mais eficaz as necessidades dos membros da equipe e trabalhar em direção a resoluções que satisfaçam a todos. Texto adaptado do livro “Administração de Conflitos”, de Ernesto Artur Berg, Juruá Editora, juntamente com leituras correlatas.  Convite! Se você tem interesse em melhorar as suas reações diante de um conflito, ou identificar o funcionamento emocional dos membros da sua equipe diante de conflitos, conheça o LeHaR – Levantamento de Habilidades Relacionais.

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O que fazer quando os dias são maus?

O nosso tema hoje da nossa Live é o tema muito profundo, e que quando a gente pensa que estão na Bíblia a gente encontra essa essa palavrinha em Efésios Capítulo 5 Versículo 16 – O que que agente faz quando os dias são maus? Law esse tema é muito forte na verdade muito polêmico né com bastante assunto com bastante bate-papo muita coisa muito informação nós vamos ter nessa Live de hoje para você mulher que está aqui conosco mas antes também da gente é uma nossa convidada da noite além da Darlene que a nossa convidada mas a nossa convidada que veio para somar na equipa mas tem usar Nossa convidado especial nós estamos trazendo convidados especiais todas as quintas-feiras tentando pelo menos trazer todas as quintas-feiras para estar juntinho de nós trazendo muito experiências já já nós vamos estar trazendo uma psicóloga sensacional uma mulher de Deus abençoada ainda não vou reclamar o nome dela para você para você antes de saber quem é a fazer um desafio imediatamente a missa já disse no início mas eu vou deixar um desafio para você agora pega três pessoas a tua rede social e partilha imediatamente a sua Live porque essa Live vai ser de muita aprendizado de muito crescimento de muita coisa boa para a gente aprender para gente estar alerta para Oi Mateus dia mal de que forma nós podemos combater o dia mal né quando chega o dia mal de que forma nós vamos combater o dia mal então a gente vai está aprendendo um pouquinho na Live de hoje ou essa psicóloga maravilhosa e estamos aqui esperando você rapidinho para tirar para a gente já trazer a nossa convidado nem as mesa exatamente falou eu falo você o nome delas convidados pode falar você fica à vontade agora a nossa irmã é psicóloga Léa Marcondes [Aplausos] Marcondes ela ela vai se apresentar a melhor né mas a gente quer convidar Léia para participar agora com a gente ou pronto trenzinho você como é que diz Bem vindo aí croata e a tem várias formas várias coisas simples para ver se eu aprendo agora deixa eu ver se eu lembro agora viu que aí essa o tantas coisas assim aí se eu lembrar eu falo tá certo tá bom só para você entender seja bem-vinda a lembrete Douglas Douglas do Chile Léia nós nós não estamos alinhada aqui ó nós estamos em Portugal Minha vizinha que cima Então seja bem-vinda seja bem-vinda Léia e Prazer tê-lo conosco nessa Live de mulheres uma live onde nós uma live data do coração de Deus para falar de mulher para mulher Lógico que os homens são mais que convidados para estar participando para trazer suas esposas mais uma live que tô a feira acontece aqui e a gente tem que faz tenha Mas onde a gente pode conversar um pouquinho com a mulherada que está no campo de Missão ou se preparando para estar no campo de Missão então muitas coisas acontecem na preparação e também no campo de missões acontece e muitas vezes estamos despreparados canal missões na Europa tem essa esse linha do projeto aonde pode nós podemos estar aqui na live ajudando ao próximo né de alguma forma ajudando o missionário e aqueles que estão se preparando para vir por campo campo para não precisar passar e que coisas que já passamos aqui no campo Todas nós estamos no campo de missões estamos aqui para ajudar também Principalmente aqueles que estão se preparando para ver Oi Isa não agora eu vou ficar calada quero só ouvir lá é assim que eu quero só ver mas eu não consigo Sabe que vai ser 10 minutos só ouvindo me deleitando mas assim é quando a gente lançou para você esse tema né E todos os dias são maus o que que veio né a gente aqui para ouvir eu comecei a pensar e a conversar com Deus tá aqui que na realidade são Dias nossas a gente pode talvez classificar níveis de dias maus Às vezes tem dias ou em situações e que a gente vive que não são tão graves passam rápido mas tem outras situações que os dias permanecem é mais curtindo demora mais tempo e aí você fica na aquele sofrimento com aquela angústia ou mais dias e a gente precisa aprender a lidar com o a aprender a como administrar essas situações porque com certeza elas vêm né não existe alguém que passou pela vida tô com flores não não dá né é meio impossível a gente tem momentos de crise momentos de mudanças no de trazem Lucas incertezas medos e daí você fica processando aquilo dentro e pensando em possíveis saídas Mas eu vejo que a gente a gente tem respaldo bíblico para esses dias a gente tem textos que nos dão muita esperança e que nos dão uma uma certeza o norte e em baseado naquele texto eu posso em firmar mesmo estando ainda vivendo aquela situação difícil e eu acho que os missionários nós experimentamos isso aí é uma certa frequência porque são muitas mudanças são coisas diferentes que nós enfrentamos são desafios totalmente diferentes às vezes inesperados a gente não imagina que que vai viver aquilo e ele se apresenta na nossa frente e nós precisamos enfrentar então isso gera movimentos internos muitas borboletas muitas vezes né e a gente precisa saber como lidar com essas borboletas que circulam dentro de nós de que forma encarar Néia o dia mal né aprender a se posicionar no dia mal de que forma se posicionar no dia mal né É isso que a gente tem que aprender no nosso dia-a-dia Como você mesmo disse o dia mauzen não há vitória sem batalha né então o dia mal ele vai aparecer e a gente tem que aprender isso né e o dia mal e mudar essa essa a nossa visão transformar em bem que forma a gente pode já vou comer sair

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Mudar de país Transição Cultural - Lea Marcondes

Mudar de país – Chegou o grande dia!

Passagens compradas, malas prontas, roupas para a viagem já escolhidas, livros, brinquedos e passa tempo para se distrair durante o voo e espera nas conexões. Neste tempo de pandemia, restrições e muitas regras de cuidados, testes antecipados, máscaras e quarentena quando chegam ao novo país. O que fazer com as “borboletas” que insistem em “voar enlouquecidas” na barriga? Emoções contraditórias e expectativas recheadas de incertezas, saudades antecipadas dos queridos que ficam e estarão presentes apenas nas memórias, de histórias de vida que neste dia viram a página para que uma nova história possa começar a ser escrita. Pois bem, o avião aterrizou e novas paisagens e vozes iniciam. O que fazer agora? Tudo novo: comidas, roupas, língua, trânsito, costumes, nova cultura. O impacto inicial ao mudar de país Primeiros dias na nova terra: aproveite os dias de quarentena para descansar para dormir e relaxar porque emoções cansam muito. Procure fazer o ciclo do dia nos horários do país que se encontra, ir dormir no horário local mesmo que teu corpo ainda não entenda. Procure se alimentar de comidas mais naturais como frutas, verduras e legumes já conhecidos com os condimentos com os quais já está acostumado. Lembrando de comê-los sempre cozidos, nada cru e nem comida de rua. Teu trato intestinal ainda não está preparado para receber os microrganismos locais desconhecidos. Beba muita água, de preferência mineral, ou fervida ou bem filtrada. Você ainda não conhece como é o processamento da purificação da água local. A água vai ajudar o metabolismo do trato digestivo, pois emoções alteram o seu funcionamento.  Veja filmes, documentários com assuntos locais, mesmo que ainda não entenda a língua. O visual e o som da língua vão auxiliar o cérebro a registrar o novo e começar a “despertar” para a nova realidade. Veja desenhos infantis já conhecidos para escutar a língua local numa linguagem mais fácil.  Vai dar tudo certo Estes primeiros dias também podem ser aproveitados para dar início às pesquisas burocráticas. Comece buscar orientações sobre os documentos locais, os quais precisa se registrar. Se for possível busque orientações de pessoas locais. Não se envergonhe de perguntar uma, duas, três vezes, o quanto for necessário para compreender melhor os caminhos burocráticos:  Que documentos podem dar início online?  É possível agendar uma data para se apresentar, levar documentos solicitados?  Qual é a sequência de documentos que você precisa fazer?   Existem prazos para estes registros?  Como alugar uma casa?  A escola das crianças pode ser selecionada antes de alugar a casa?  Como revalidar os seus diplomas e certificados profissionais?   Todas as demandas externas são importantes tanto quanto as demandas internas: emoções que eclodem “do nada”, inseguranças diante do desconhecido, sensação de impotência pela dificuldade de compreensão da língua e dos costumes, são tantas as variáveis! O choque cultural eventualmente vai passar O choque cultural vem a galope e não pede licença, nem se desculpa. É necessário ter força e coragem para enfrentá-lo cara a cara. É um processo que pode ser minimizado quando acompanhado por profissional com experiência em vivência transcultural. O choque cultural tem fases com demandas específicas. Estas precisam ser bem processadas para poder seguir adiante sem deixar pendências que possam eclodir mais para a frente. O que fazer? Não ande sozinho! Não deixe suas emoções controlarem sua nova caminhada. Tenha calma, cada dia é um novo dia. Continue aprendendo sobre os desafios de mudar de país: Mudança de país, mudança de vida… Estou Morando em Outro País Se quiser saber mais sobre o processo da chegada e do choque cultural pode falar comigo, te aguardo!

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Memórias

Palavras de dor, sem ressonância Ecoam dentro de mim, apenas dentro… Relembram sonhos que se esvaíram, Direções que se perderam na estrada da vida. Alegrias que lentamente se distanciaram Sobrando apenas o sonho perdido!           Deus! Onde estão tuas respostas?         Onde está o teu ouvir?         Relembra dos teus planos…   Como sofre meu coração! Ouve o meu lamento que sangra Rangendo os ossos e as vísceras Pedindo alívio, pedindo trégua Ouvindo a dor que não acaba…                      Expectativa projetada, CuIdadas delicadamente pela Sua presença.                Dou graças peala tapeçaria construída

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Sopro Divino

Dia de incertezas, dia de inseguranças, de tremor, dia de espasmos sutis, de fibrilação visceral a alma suspensa acima do chão perambula nas histórias passadas, vividas na espera de um amanhã… Amanhã que já se concretizou que se faz hoje. Deus andou junto todo o percurso transformou o predito acerca do outro transcendeu a determinação, mas permaneceu a fragilidade da alma recoberta com penugem que a brisa não pode soprar. Película fina, mascarada, insólita e tênue… que pode se romper no mais leve movimento e me traz medo da eclosão do caos, da confusão que emerge e permanece e me faz sangrar o rasgo da alma… Deus me acompanha e tem me sustentado neste solo incerto com futuro nebuloso e hipotético… Ele é! Apenas É…   Léa Rocha Lima e Marcondes 12/10/05

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O avesso da alma…

Minh’alma se contorce, se agita e está em grande desassossego. Ela se revolve ao se ver em frente o espelho. O espelho reflete as entranhas que a máscara egóica não consegue tampar. Não existe mais roupas, nem panos, nem pele, o que existe é carne exposta, é luz do intestino virado do avesso, é massa de temperamento que foi mastigada, triturada, depurada, mas ainda precisa ser decantada. Essa massa fermenta e contamina o corpo, gera toxinas na alma que se espalha para o pensamento, para as ações e relações. Imobiliza! Impossibilita um contato real e profundo com Deus e com o outro. Deus manuseia esta massa temperamental e esparrama para limpar, põe no fogo da vida para ferver e depurar. Surgem pedaços aglutinados de inseguranças, medos, distância, raiva, “sou melhor do que você”, “os outros tem e eu não tenho”, “eu também quero e não ganho”, “eu posso”, e tantos outros… São pedaços aglutinados que se incrustam na carne como nódulos que doem e afetam a sua mobilidade e saúde. Deus, só você pode extirpar estes nódulos venenosos no momento exato para não causar mais danos… Me olho novamente no espelho e vejo a Tua sombra cobrindo e protegendo, cuidando do avesso exposto como o cirurgião cuida da assepsia, cuida do que está fazendo. Deus, eu não sei exatamente o que precisa ser feito, mas eu sei que as incrustações precisam ser retiradas, os buracos deixados por elas precisam ser preenchidos de carne nova, macia, saudável… Preciso aprender a disciplina metódica e cadenciada, melódica; preciso aprender a constância leve e persistente, preciso aprender a sutileza do encontro Contigo, a suavidade do olhar e do toque, a singeleza do afeto, a pureza da criança, a ingenuidade da transparência… Preciso aprender a tranquilidade da confiança e a entrega aos braços de Deus que me aninha perto do Seu coração… Preciso transcender, transmutar, transduzir… Como o DNA se replica para perpetuar suas informações, Deus coloca o Seu DNA frente ao meu para que gradativamente ele se replique em mim! Assim a Sua imagem e semelhança se incorpora em mim sem mutações teratogênicas… E eu posso dizer: “aquele que começou a boa obra em mim há de completá-la até o dia de Cristo Jesus” quando todo o Seu DNA estiver todo transduzido em mim!!! Assim seja…. Léa Rocha Lima e Marcondes 6/01/06

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cry, fear, despair

Dialética da vida

A vida é um paradoxo! Lida o tempo todo com os contrários: chegada e partida, encontro e desencontro, amor e desamor, angústia e paz, sofrimento e alegria, certeza e incerteza, confusão e centramento,       vida e morte. Quando menos esperamos temos surpresas que nos levam a pensar nos “acasos” de Deus para nós.  Estes acasos nos levam a deparar com a grande dor da existência humana: o encontro consigo mesmo. Encontro com a dor primordial, com o abandono, com a solidão existencial, com a profunda angústia de ser, apenas ser. Este é o paradoxo – encontrar o meu verdadeiro ser perdido no meio das couraças e prisões da vida! Como encontrar este caminho no meio de tanta turbulência? Deus nos aponta Sua luz, nos direciona o andar, mas não nos livra de sentir a dor do processo. Ele nos acompanha na caminhada, no consolo, dando colo nos momentos necessários. Mas nós precisamos andar no processo. Estar em frente ao espelho nos faz olhar as coisas que não gostamos, que temos dificuldades, que negamos por tanto tempo. Estar em frente ao espelho nos faz perguntar: “espelho, espelho meu, quem realmente sou eu?” Esta é a questão nodal que nos traz profunda angústia: “O que fiz com a minha vida? Como posso retomá-la? Redirecioná-la?“ Sinto a angústia do sofrimento humano, daqueles que se deparam com a dialética da vida e não encontram respostas, que anseiam profundamente por uma saída, pela realização de um desejo. Meu peito aperta, se comprime com a dor, com a minha dor, com a dor do outro… elas se misturam! Há saídas para tudo isto? Não sei…Esta é a dialética da vida! Lea Rocha Lima e Marcondes 10/06/2003

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Experimental edit. To me this feels like soulmates touching after death.

Transformações

O que é transformação à luz da proposta de Deus? Tenho me perguntado acerca desta questão e observo incongruências que me trazem confusão.  Por um lado temos o limite humano, seja ele na área da compreensão, na área emocional, relacional ou espiritual, sem contar as dificuldades físicas que interferem nestas áreas. Por outro lado temos uma proposta de restauração integral: corpo, alma e espírito. A restauração espiritual é imediata e definitiva. Mas a restauração da alma é processo que depende muito do meu investimento, necessidade, disponibilidade e tratamento. É um lapidar constante e ininterrupto. Como conciliar a proposta de Deus, o tempo Dele, o Seu desejo para a minha vida com minhas carências, minhas necessidades, com conseqüências de escolhas mal feitas e situações mal resolvidas ou impossíveis de serem resolvidas, que se chocam com meus sonhos e crenças? Até onde eu consigo crer em mudanças e transformações que sejam coerentes com minhas necessidades e crenças? A realidade mostra impossibilidades, a Palavra mostra esperança. A realidade aponta os limites, as doenças da vida, as incompatibilidades. A Palavra aponta para a renovação, para a transmutação, para a graça. São pólos opostos: a realidade e a Palavra. Entre estes pólos transitam dor e consolo, desesperança e promessas, frustração e possibilidades, hipocrisia e autenticidade, incoerências e harmonia, desejos não concretizados e propostas. Como conciliar estes dois pólos? Esta é uma pergunta crucial, que exige uma resposta também crucial, pois é divisora de águas. Deixe a Palavra invadir a realidade da vida…. É o teste da fé! É o momento de crer no impossível, de incorporar Hebreus 11:1 que diz que “a fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não vemos.” É o momento de assumir a graça e a misericórdia de Deus e prosseguir. O tempo Dele não é o nosso tempo, a Sua vontade não é a nossa vontade. É tempo de aquietar e esperar as promessas se cumprirem. É tempo de viver a fé e não mais  de “brincar” de fé. É tempo de mudança visceral… Léa Rocha Lima e Marcondes 08 / 2003

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Mudanças no Olhar Pedagógico

Francisco Imbernón é um educador, e eu gosto muito dessa fala dele, que diz assim Os professores só mudam as suas crenças e atitudes de maneira significativa quando percebem que o novo programa, ou prática que lhe estão sendo oferecidos, repercutiram na aprendizagem dos seus alunos. Se não esta acontecendo isso para o professor, ele não vai, ele não é instigado com à mudança. Então nós vamos perceber uma reflexão: eu preciso mudar, tem alguma coisa que não está legal, eu preciso de coisas novas, quando começa a incomodar e aí nós vamos em busca da mudança.

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